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10/01/2012
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Escrito por Carla Martins
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No último post falamos sobre estratégias para ter sucesso nas redes sociais. Anteriormente, publicamos um artigo sobre algumas celebridades do twitter. Agora vamos conversar um pouco sobre o processo anterior a tudo isso, ou seja, o momento da concepção, do planejamento e da Arquitetura de Informação de uma interface que tem como objetivo promover a relação e a interação social entre seus usuários.
O primeiro passo corresponde a duas perguntas básicas, conforme o livro Designing Social Interfaces. São elas:
1 – Quem são as pessoas? 2 – Qual seu objetivo social?
Quem são as pessoas
Esta pergunta é tão importante que deve fazer parte do processo de qualquer interface digital e interativa, seja ela uma rede social ou não. Para elaborar e construir algo que corresponda às expectativas de quem usa, primeiro precisamos saber quais expectativas são essas e como as pessoas vão utilizar o produto, para então chegarmos à melhor maneira de disponibilizá-lo.
Qual o objeto social
Ou seja, para que as pessoas vão utilizar seu produto? O que elas vêm fazer no seu site? O que fará com que ela chegue até ele e, melhor, volte mais vezes? Depois de devidamente respondidas, essas questões dão lugar a uma nova fase: definir as estratégias para o site.
Mais alguns pontos
Algumas outras dicas que devem estar presentes no momento de conceber e elaborar esse tipo de interface merecem destaque. Uma delas tem relação com a ansiedade de lançar um produto 100% pronto e fechado. Muitas redes sociais de sucesso foram incrementadas com o tempo e esse comportamento é o mais recomendado.
Isso porque é muito mais fácil entender como os usuários estão usando e o que pode/deve ser melhorado/acrescentado na interface depois que ela já está em pleno funcionamento. Outro motivo é o uso que as pessoas farão do site. Muitas vezes os usuários acabam usando uma interface que foi lançada com um objetivo específico para algo completamente diferente. E isso só será descoberto conforme a intereção for acontecendo.
Outro ponto importante são as facilidades de uso x simplicidade x benefícios gerados. Não adianta de nada encher a interface de comandos, funcionalidades mirabolantes e botões se os benefícios que eles trarão tanto pro negócio quanto para os usuários forem irrelevantes. Quanto mais funcionalidades, maior a chance de a interface ser mais difícil de usar e de entender para que servem.
Até a próxima, A Trinca!
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